O autocontrole é uma importante capacidade humana. Por impedir as pessoas agirem impulsivamente, constitui um fator crítico tanto na em Economia como em Psicologia. Enquanto na Economia ele é definido como a capacidade de executar planos anteriormente definidos e, portanto, realizar escolhas intertemporais consistentes, na Psicologia o autocontrole é definido como a capacidade de regular os próprios comportamentos, emoções e pensamentos.


Na semana de 6 a 11 de Março, participei da Spring School in Behavioral Economics, organizado pela Universidade da Califórnia, San Diego e pelo Choice Lab da Escola de Economia da Noruega. O evento promoveu o encontro de estudantes e pesquisadores em economia comportamental, e contou com a participação de Richard Thaler, Uri Gneezy, Sally

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Este breve ensaio contém uma introdução geral à ideia de nudging e uma lista dos dez “nudges” mais
importantes. Traz, ainda, uma breve discussão sobre a questão de se criar ou não algum tipo de “unidade
de insights comportamentais” capaz de conduzir suas próprias pesquisas ou, alternativamente,
depender de instituições existentes


Como explicar as muitas transgressões que são diariamente noticiadas pela mídia? Por que o noticiário está cheio de relatos de condutas desonestas, violentas, ofensivas, prejudiciais ao bem-estar alheio? Quando pensamos no caso brasileiro, como explicar as proporções epidêmicas que a corrupção parece estar assumindo?


…investigamos o potencial e as implicações da abordagem comportamental da pobreza e porque ela compara a tomada de decisão entre os pobres com a difícil tarefa decisória de “fazer caber tudo em uma mala pequena” (Mullanaithan & Shafir 2013) Economista e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo. PhD em Economia pela Universidade Erasmus

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    Já ouviu falar em Economia Comportamental? Os estudos nessa área ajudam as empresas a entender os fatores conscientes e inconscientes que guiam as escolhas dos consumidores Por Ticiana Werneck O ser humano toma decisões a todo momento, das mais simples – como qual caminho pegar para ir para casa – até as mais

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Um dos assuntos mais comentados na atualidade brasileira têm sido os altos e crescentes níveis de endividamento e inadimplência da população. Tais conceitos são geralmente confundidos no dia-a-dia. Assim, para o endividamento se tem o ato de as pessoas adquirirem algum produto ou serviço a prazo, ou seja, estas estão gerando uma dívida. Já a

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Na Parte 1 discutimos como dinheiro pode não ser tratado como fungível dependendo da situação. Discutimos que a percepção do dinheiro faz com que ele tenha valores subjetivos diferentes em função do contexto. Mas não só mudanças relativas modificam nossa percepção de dinheiro. Outro motivo comum para a ruptura do princípio da fungibilidade é a fonte

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Decisões humanas são muito complexas e por mais esforços que se façam para tentar prever como elas acontecerão, sempre haverá uma margem para erro, até porque as pessoas nem sempre escolhem a melhor alternativa. Isso ocorre não apenas porque elas sejam incapazes de fazer cálculos para escolher a melhor opção dentre um conjunto de alternativas,

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Dinheiro é um objeto fungível. Isso significa que dinheiro possui a capacidade de ser plenamente substituível e reposto por outro da mesma espécie. Ao se pagar a escola do filho, comprar uma cerveja, fazer uma poupança, usar o dinheiro em qualquer outra situação, ele é o mesmo. Poderíamos facilmente pegar o dinheiro usado em uma

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Em várias das suas TED talks, você diz que a publicidade cria valores porque salienta aspectos positivos da experiência subjetiva que, de outro modo, as pessoas talvez não apreciassem. A meu ver, essa afirmação é difícil de aceitar como regra geral. É verdade que a publicidade pode intensificar os desejos das pessoas por produtos específicos,

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Colaborador visitante: Dante Avanzi Para os apaixonados em economia comportamental como eu, ter a oportunidade de estudar uma semana inteira sobre o tema na Universidade de Yale é um grande privilégio. Yale, juntamente com Princeton, é uma das universidades nos EUA em que o estudo da Economia Comportamental está mais avançado. A semana de estudos

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No portal Transparência Internacional é possível ver que 68% dos países de todo o mundo vivem em um ambiente de intensa corrupção, incluindo metade dos países do G20. Infelizmente, o Brasil compõe este grupo e, obviamente, não são somente políticos e funcionários do setor público que sofrem deste desvio de conduta, para ser amena na

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Nos meios acadêmicos e em instituições como o Banco Mundial, os experimentos são cada vez mais comuns. Isso é ótimo, pois experimentos são o modo mais rigoroso de obter evidências. Eu nunca trocaria um experimento bem concebido e executado por um estudo quase experimental, muito menos por um estudo observacional! Arianna Legovini é chefe da

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Existem muitos vieses e muitos modos de cometer erros, mas dois dos pontos cegos que mais me surpreendem são a contínua crença na racionalidade das pessoas e dos mercados. Psicólogo pela Universidade de Tel Aviv, mestre e PhD em Psicologia Cognitiva pela Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill e doutor em Administração de

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Vários estudos em economia comportamental buscam entender como diferentes incentivos afetam o comportamento humano. Os resultados dessa linha de pesquisa revelam uma variedade de situações em que a resposta a incentivos, sejam eles monetários ou não, difere das previsões da teoria econômica tradicional. Em um artigo clássico, Colin Camerer, Linda Babcock, George Loewenstein, e Richard

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Costumo dizer que, como a Economia Comportamental é uma série de descobertas que foram testadas empiricamente, ela é um modo de pensar melhor e mais inteligentemente sobre os consumidores a fim de tomar melhores decisões. Ravi Dhar é professor titular da cátedra George Rogers Clark de Administração e Marketing e diretor do Center for Customer

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