Como explicar as muitas transgressões que são diariamente noticiadas pela mídia? Por que o noticiário está cheio de relatos de condutas desonestas, violentas, ofensivas, prejudiciais ao bem-estar alheio? Quando pensamos no caso brasileiro, como explicar as proporções epidêmicas que a corrupção parece estar assumindo?


…investigamos o potencial e as implicações da abordagem comportamental da pobreza e porque ela compara a tomada de decisão entre os pobres com a difícil tarefa decisória de “fazer caber tudo em uma mala pequena” (Mullanaithan & Shafir 2013) Economista e mestre em Economia pela Universidade de São Paulo. PhD em Economia pela Universidade Erasmus

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    Já ouviu falar em Economia Comportamental? Os estudos nessa área ajudam as empresas a entender os fatores conscientes e inconscientes que guiam as escolhas dos consumidores Por Ticiana Werneck O ser humano toma decisões a todo momento, das mais simples – como qual caminho pegar para ir para casa – até as mais

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Um dos assuntos mais comentados na atualidade brasileira têm sido os altos e crescentes níveis de endividamento e inadimplência da população. Tais conceitos são geralmente confundidos no dia-a-dia. Assim, para o endividamento se tem o ato de as pessoas adquirirem algum produto ou serviço a prazo, ou seja, estas estão gerando uma dívida. Já a

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Na Parte 1 discutimos como dinheiro pode não ser tratado como fungível dependendo da situação. Discutimos que a percepção do dinheiro faz com que ele tenha valores subjetivos diferentes em função do contexto. Mas não só mudanças relativas modificam nossa percepção de dinheiro. Outro motivo comum para a ruptura do princípio da fungibilidade é a fonte

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Decisões humanas são muito complexas e por mais esforços que se façam para tentar prever como elas acontecerão, sempre haverá uma margem para erro, até porque as pessoas nem sempre escolhem a melhor alternativa. Isso ocorre não apenas porque elas sejam incapazes de fazer cálculos para escolher a melhor opção dentre um conjunto de alternativas,

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Dinheiro é um objeto fungível. Isso significa que dinheiro possui a capacidade de ser plenamente substituível e reposto por outro da mesma espécie. Ao se pagar a escola do filho, comprar uma cerveja, fazer uma poupança, usar o dinheiro em qualquer outra situação, ele é o mesmo. Poderíamos facilmente pegar o dinheiro usado em uma

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Em várias das suas TED talks, você diz que a publicidade cria valores porque salienta aspectos positivos da experiência subjetiva que, de outro modo, as pessoas talvez não apreciassem. A meu ver, essa afirmação é difícil de aceitar como regra geral. É verdade que a publicidade pode intensificar os desejos das pessoas por produtos específicos,

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Colaborador visitante: Dante Avanzi Para os apaixonados em economia comportamental como eu, ter a oportunidade de estudar uma semana inteira sobre o tema na Universidade de Yale é um grande privilégio. Yale, juntamente com Princeton, é uma das universidades nos EUA em que o estudo da Economia Comportamental está mais avançado. A semana de estudos

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No portal Transparência Internacional é possível ver que 68% dos países de todo o mundo vivem em um ambiente de intensa corrupção, incluindo metade dos países do G20. Infelizmente, o Brasil compõe este grupo e, obviamente, não são somente políticos e funcionários do setor público que sofrem deste desvio de conduta, para ser amena na

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Nos meios acadêmicos e em instituições como o Banco Mundial, os experimentos são cada vez mais comuns. Isso é ótimo, pois experimentos são o modo mais rigoroso de obter evidências. Eu nunca trocaria um experimento bem concebido e executado por um estudo quase experimental, muito menos por um estudo observacional! Arianna Legovini é chefe da

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Existem muitos vieses e muitos modos de cometer erros, mas dois dos pontos cegos que mais me surpreendem são a contínua crença na racionalidade das pessoas e dos mercados. Psicólogo pela Universidade de Tel Aviv, mestre e PhD em Psicologia Cognitiva pela Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill e doutor em Administração de

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Vários estudos em economia comportamental buscam entender como diferentes incentivos afetam o comportamento humano. Os resultados dessa linha de pesquisa revelam uma variedade de situações em que a resposta a incentivos, sejam eles monetários ou não, difere das previsões da teoria econômica tradicional. Em um artigo clássico, Colin Camerer, Linda Babcock, George Loewenstein, e Richard

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Costumo dizer que, como a Economia Comportamental é uma série de descobertas que foram testadas empiricamente, ela é um modo de pensar melhor e mais inteligentemente sobre os consumidores a fim de tomar melhores decisões. Ravi Dhar é professor titular da cátedra George Rogers Clark de Administração e Marketing e diretor do Center for Customer

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Um dos pais e grandes pensadores na área atualmente, fala sobre sua carreira, desafios e dá dicas especiais para pesquisadores aqui no Brasil. Acredito que a lição mais importante a se tirar da Economia Comportamental e das minhas pesquisas em particular é que os economistas devem ser verdadeiros cientistas sociais e prestar atenção ao mundo

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Varun Gauri, chefe da Global Insights Initiative (GINI) e economista sênior do Banco Mundial, fala sobre como todos nós falhamos na tomada de decisão e de como superar esse problema em políticas públicas para melhorar a vida dos mais desfavorecidos O Capítulo 10 do World Development Report apresenta e discute vieses de profissionais na área

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Professor Paul Dolan, da London School of Economics and Political Science, fala dos Behavioral Spillovers, um dos mais promissores temas de pesquisa da Behavioural Economics. Dolan é um dos fundadores do Behavioral Insights Team do governo britânico, primeira unidade do mundo a aplicar insights da área em políticas públicas.   Em seu artigo recente “Like

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