Uma aplicação interessante de métodos experimentais relaciona-se à análise de um problema relevante no meio acadêmico contemporâneo: os incentivos à preparação de pareceres anônimos de qualidade em tempo hábil. Afinal, por que algum acadêmico deveria se preocupar em participar de uma atividade nestes moldes? Além de não remunerada, ela é feita de forma anônima e

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Para começar bem essa última semana de campanha no Benfeitoria, publicamos aqui uma entrevista exclusiva que o Prof. George Loewenstein concedeu ao blog. O Prof. Loewenstein é o Herbert Simon Professor of Economics na Carnegie Mellon University e um dos mais renomados pesquisadores em economia comportamental. Junto com Richard Thaler, Danial Kahneman, e outros, ele

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  Confira a nova página do site com os principais livros em temas relacionados a área de Economia Comportamental e Experimental: Livros / Books Além disso, a lista de grupos de pesquisa na área também foi atualizada com links para os principais laboratórios no mundo: Grupos de Pesquisa / Research Group Tem alguma sugestão? Escreva

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Quando seu amigo compra determinado bem, o indivíduo sente vontade de fazer o mesmo, pois isso lhe transmite uma avaliação positiva do objeto de compra. Ao mesmo tempo, o indivíduo é motivado pelo desejo de estar “na moda”, emular seus pares, copiar seus padrões de conduta. Essas regularidades podem ser observadas na vida social em

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Querido filho, hoje quero falar-te da forma como as pessoas tomam decisões. Muitas escolhas nas nossas vidas implicam resultados incertos. Escolher entre duas alternativas frequentemente implica um risco, como decidir se deves gastar o dinheiro do teu aniversário numa nova bicicleta ou numa PlayStation. Cada escolha representa os dois lados de uma moeda: existe o

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Ainda pouco explorada no Brasil, e cada vez mais consolidada no exterior, seus estudos podem ajudar a melhorar as escolhas do ser humano nas mais diversas esferas Pense sobre a última vez que você decidiu assinar uma revista ou jornal, inscrever-se em uma academia, comprar um produto de poupança ou um simples televisor. E quando

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Esse é o terceiro (e último) artigo de uma série que apresentou um panorama das pesquisas em Análise do Comportamento Econômico. Essa área interdisciplinar estuda temas econômicos a partir de um ramo da Psicologia chamado Análise do Comportamento. Recapitulando… A Parte I descreveu algumas das caracteristicas da Análise do Comportamento. Nesta área, entende-se que comportamentos

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Uma distinção conceitual que vem ganhando cada vez mais relevância hoje em Economia Experimental, diz respeito a experimentos de laboratório e campo (Kagel, 2009; List, 2011). Como as próprias denominações desses experimentos atestam, o primeiro tipo apresenta a clara vantagem de permitir maior controle sobre o objeto de estudo, ao passo que o segundo tipo

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Muita gente (muita gente mesmo) tem nos perguntado sobre indicações de leitura para quem está começando a se interessar na área ou considerando até um mergulho mais profundo nas áreas de Economia Comportamental e Experimental. Por isso estamos animados em compartilhar com vocês o novo Behavioral Economics Guide 2015, além de resgatar a versão 2014

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Em setembro de 2011, a CBC Series DOC Zone levou ao ar um vídeo bastante provocativo – The Trouble with Experts1. O escritor/diretor Josh Freed declarou ter decidido fazer o vídeo após perder muito dinheiro no mercado financeiro, na esteira da crise econômica de 20082. Ficou óbvio para ele que o especialista financeiro que o

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Na minha opinião, uma pesquisa ideal em economia comportamental/experimental precisa de três ingredientes: (i) uma abordagem diferente da teoria econômica tradicional; (ii) um tema polêmico; e (iii) que seja possível investigar em laboratório. O estudo de diferenças de gênero em tomadas de decisão cumpre estes três requisitos com louvor. Em primeiro lugar, todos os modelos

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Parte da economia comportamental e experimental desenvolvida hoje em dia passa ao largo de considerações éticas. Este não tem sido sempre o caso, porém, como argumentarei aqui. Dentre os textos inspiradores desse programa de pesquisas encontra-se o ensaio em que Amartya Sen critica a microeconomia ortodoxa. O economista indiano, que em 1998 conquistou o prêmio

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Esse é o segundo artigo de uma série que apresentará um panorama da Análise do Comportamento Econômico. Essa área interdisciplinar estuda temas econômicos a partir de um ramo da Psicologia chamado Análise do Comportamento. Recapitulando… A Parte I descreveu que existem diversas correntes de pensamento dentro da Psicologia e que esse guia enfoca sobre um

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Os cientistas sociais que estudam a pobreza podem ser divididos em dois grandes grupos. De um lado os pesquisadores, na maioria economistas, que acreditam que os pobres respondem de forma racional às circunstâncias em que se encontram. Para esse grupo, a situação de pobreza decorre de fatores externos aos indivíduos, e portanto fora de seu

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A Economia é frequentemente chamada da ciência das escolhas humanas. Como economistas, gastamos  um bom tempo observando, explicando e prevendo as escolhas que as pessoas fazem. Vamos assumir (eu espero que seja verdade!) que economistas também se importem com quão “importante” é uma escolha no sentido econômico, considerando coisas como a quantidade de pessoas afetadas

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Economics is often called the science of human choice. As economists, we spend a great deal of time observing, explaining and predicting the choices people make. Let’s assume (and I hope this is true!) that economists also care about how ‘important’ a choice is in some economic sense, such as the number of people affected

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Em uma entrevista recente, o presidente mundial do Banco Mundial, Jim Yong Kim, fez um comentário curioso e quase confessional sobre a questão da Economia Comportamental: “Se você fosse para a Ogilvy ou qualquer uma dessas grandes empresas de relações públicas e lhes entregasse esse relatório, eu acho que eles iriam rir da nossa cara.

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Vem se tornando lugar comum afirmar que as médias e grandes cidades brasileiras vivem uma crise de mobilidade urbana. Congestionamentos grandes, acidentes com vítimas fatais, baixa quantidade e qualidade nas alternativas de transporte coletivo caracterizam o caos diário das várias regiões metropolitanas. Condutores de veículos aflitos nos engarrafamentos, passageiros nos pontos de ônibus que comumente

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Meu contato inicial com a Economia Comportamental se deu em 1987, durante o meu segundo ano como doutorando da New York University (na área de Accounting). Eu começava a me interessar por uma área relativamente nova de pesquisa, Behavioral Accounting, e, em uma reação em cadeia, acredito, passei a me interessar pela pesquisa experimental. Ainda

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