Há praticamente um consenso de que 2016 foi um ano incomum. Diversos acontecimentos negativos contribuem para a sensação de que 2017 não pode demorar a chegar. Contudo, em pelo menos uma área este último ano foi positivo: a pesquisa acadêmica em Economia Comportamental. Neste post, os colaboradores Bernardo Nunes e Felipe A. Araujo selecionaram os

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Um dos traços mais marcantes da economia comportamental é sua dimensão aplicada. Conceitos como o de nudge[1] derivam diretamente da preocupação dos pesquisadores da área com a orientação de políticas que possam atingir objetivos socialmente relevantes. A própria caracterização da arquitetura de escolha[2], no livro seminal de Richard Thaler e Cass Sunstein (2008), sinaliza essa

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A economia comportamental tem trazido um novo olhar para questões que a microeconomia clássica tem dificuldades para explicar. Muitas decisões individuais fogem do que a racionalidade econômica teimosamente tenta nos impor. Por exemplo, muitas vezes ter que decidir rápido e sem pensar muito nos faz piorar a qualidade das nossas decisões. Nem sempre uma decisão

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A utilização da Economia Comportamental nas políticas públicas vem ganhando espaço nos últimos anos, principalmente por disponibilizar uma série de novas ferramentas que permitem o alcance dos resultados almejados com menos custos ou menos efeitos colaterais do que as intervenções tradicionais do Estado. No Brasil, a disciplina vem se disseminando e já podemos encontrar algumas

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O sentido do termo competição na literatura de Microeconomia e Organização Industrial é a questão central para o entendimento da natureza dos mercados, sendo que ele se aplica tanto a mercados com muitas firmas tanto quanto com poucas. Esta centralidade da questão em Economia está longe de ser exclusiva da área, pois permeia estudos em

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Estudo busca sentido no que influencia as decisões cotidianas As disciplinas dedicadas à psicologia comportamental dentro do contexto de negócios sempre tiveram uma alta reputação acadêmica. Contudo, chega o momento em que as empresas e consultorias estratégicas também devem reconhecer essa mudança fundamental no setor; é preciso revisar sua sabedoria de mercado e renovar princípios.

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A Neuroeconomia surgiu como um esforço interdisciplinar para tentar preencher lacunas na compreensão do comportamento na tomada de decisão e vem contribuindo de forma significativa para a construção de modelos mais precisos do processo decisório. Nessa área interagem, basicamente, a Economia Comportamental, a Psicologia Cognitiva e a Neurociência Cognitiva. Uma melhor compreensão das bases neurobiológicas

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“Só quando a maré baixa é que descobrimos quem está nadando pelado” — Warren Buffett Em 2008, enquanto eu analisava padrões de “mau comportamento” em banqueiros às voltas com uma crise financeira de proporções épicas, sugeri que, no que diz respeito à regulação, os mercados financeiros poderiam beneficiar-se de uma abordagem mais baseada em comportamento:

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Conferências acadêmicas em geral seguem um padrão bem definido: pesquisadores apresentam trabalhos em sessões simultâneas e, ao final, um ou dois professores convidados apresentam em sessões plenárias com a participação de todos. O BIG Ideas Workshop, que aconteceu nos dias 18 e 19 de agosto na Harvard Business School, não foi uma conferência acadêmica padrão.

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A Economia Comportamental pode ser ajustada para causar um impacto significativo e positivo em determinados comportamentos, como os relacionados aos planos de aposentadoria. Muitos países estão enfrentando uma crise dos planos de aposentadoria. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que a porcentagem de trabalhadores que correm o risco de não terem recursos financeiros suficientes para

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Para persuadirmos alguém de algo precisamos considerar as três camadas do cérebro. Cenário 1: Imagina que és um Europeu que vai para os Estados Unidos fazer um MBA. Como a estadia vai ser longa, decides comprar um carro de forma a poderes passear e ficar a conhecer o país. Quando compras o carro, o representante

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Entrevista exclusiva para o EconomiaComportamental.org Ana Maria Bianchi, professora titular da Universidade de São Paulo, conta como se aproximou da área de pesquisa em Economia Comportamental, e fala sobre o interesse despertado pela disciplina que está ministrando para alunos do curso de economia da USP. Quando e como passou a se interessar pela Economia Comportamental? Em

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(Versão Enriquecida de Dados) Tim Gohmann, Ronald S. Mundy e Christian Goy, Behavioral Science Lab. (Autor correspondente: tim@behavioralsciencelab.com) Onde Estamos Indo? Economia Comportamental está virando o sinônimo moderno para psicologia, como a psicologia é definida pelo Dicionário de Inglês Oxford, “O estudo científico da mente humana e suas funções, especialmente aquelas que afetam o comportamento em

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A conferência do Banco Mundial “O Estado da Economia, o Estado do Mundo” foi uma oportunidade de avaliar o surgimento de novos paradigmas no entendimento do desenvolvimento econômico. A partir da palestra de Ken Arrow sobre a história do modelo neoclássico e dos comentários de Shanta Devarajan sobre a centralidade do modelo no trabalho do

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A adesão automática é um nudge, um dos principais instrumentos que a economia comportamental prescreve para adoção dos governos. Um requisito para uma intervenção ser considerada um nudge é o fato de ser fácil e barato poder evitá-la, já que a opção “sugerida” não pode ser obrigatória. A principal controvérsia em relação aos nudges é a “ameaça” à liberdade do indivíduo alvo da intervenção.


A lot of our policy models traditionally are based on a rather naive understanding of what drives behaviour. But if you have a more intelligent, nuanced account of how people make decisions, you can design policy that is more effective, less costly, and makes life easier for most citizens. – David Halpern, Diretor do Behavioural

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Recentemente, li um comentário de um trader (um consultor de investimentos) australiano sobre o chamado “spread brasileiro”, no link: http://psyquation.com/blog/the-brazilian-spread/. O resumo da ópera é o seguinte: quando ele começou a trabalhar na mesa de negociações de produtos financeiros em um banco, contaram a ele sobre o tal spread brasileiro. A palavra spread descreve a

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1. Introdução A regulação dos mercados e as iniciativas de mudanças nos comportamentos individuais têm crescido exponencialmente em todo o mundo. Muitas intervenções – regulação de produtos financeiros, alteração de preços de bens de alimentos gordurosos e propostas de controle de consumo de sal e bebidas alcoólicas – vem sendo legitimadas pelas contribuições da Economia

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Os Jogos Econômicos têm sido um importante instrumento para alcançar esse ambicioso objetivo. São delineamentos experimentais voltados a reproduzir, em laboratório, importantes aspectos das interações sociais que envolvem co-dependência, distâncias de poderes, julgamentos sobre justiça ou equidade, competitividade, aversão a desigualdade, altruísmo. Preferências Sociais é uma área da Economia Comportamental voltada a ampliar as variáveis

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