Em 2002, o israelense Daniel Kahneman foi o primeiro psicólogo a receber o prêmio Nobel em Economia, por “integrar insights da psicologia à ciência econômica”1. Kahneman, é a principal referência do campo conhecido como “Economia Comportamental”, área “proveniente da incorporação, pela economia, de desenvolvimentos teóricos e descobertas empíricas no campo da psicologia”2. O enfoque da

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As mulheres empreendem, inovam e provam que, apesar de ainda serem minoria em algumas áreas brilham quando o assunto é dominar o mercado e tomar as decisões no lar. “… o ser humano toma decisões a todo o momento, das mais simples – como qual caminho pegar para ir para casa – até as mais complexas

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Imagine que você entra na sua primeira aula de economia, e a professora diz: “Bem-vindos. Hoje, um de vocês irá ganhar dinheiro …”  No centro da sala de aula não tem mesas, nem cadeiras. Um espaço vazio. Mas logo esse espaço está cheio de alunos gritando alto “eu compro por 5”, “eu vendo por 8”.

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Jean Valjean roubou. Javert não o consegue perdoar. O seu delito atenta contra as bases da república, questiona as instituições e conduz ao caos. Porém Valjean tinha fome, e os outros têm demais daquilo que ele não tem. Os Miseráveis, a genial obra de Victor Hugo, captura magistralmente os dilemas da humanidade frente a injustiça,

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Economia da Informação é o ramo da economia que estuda os mercados em que uma das partes possui mais informação do que a outra. Esse campo de estudo investiga, usando o arcabouço da economia tradicional, as distorções e ineficiências que resultam dessa assimetria de informação. Um importante conceito em Economia da Informação é o de

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Temos visto muito artigos falando da literacia financeira, ou seja, da competência de uma pessoa para lidar com temas financeiros, especialmente na área de finanças pessoais. Não é estranho pensar que, no Brasil, o cidadão possa se atrapalhar com a complexidade dos serviços bancários e com as opções de crédito disponíveis. O efeito disso é

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Já imaginou um mundo onde sacos de lentilhas induzem pessoas à vacinação, onde estrelinhas de escoteiro previnem a Aids e onde loterias salvam pessoas de AVC’s? Acredite, esse mundo  existe, e eu e vocês vivemos nele. Mundo afora é possível coletar diversos exemplos, tanto em nível experimental quanto em nível de políticas aplicadas, que demonstram

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Há praticamente um consenso de que 2016 foi um ano incomum. Diversos acontecimentos negativos contribuem para a sensação de que 2017 não pode demorar a chegar. Contudo, em pelo menos uma área este último ano foi positivo: a pesquisa acadêmica em Economia Comportamental. Neste post, os colaboradores Bernardo Nunes e Felipe A. Araujo selecionaram os

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Um dos traços mais marcantes da economia comportamental é sua dimensão aplicada. Conceitos como o de nudge[1] derivam diretamente da preocupação dos pesquisadores da área com a orientação de políticas que possam atingir objetivos socialmente relevantes. A própria caracterização da arquitetura de escolha[2], no livro seminal de Richard Thaler e Cass Sunstein (2008), sinaliza essa

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A economia comportamental tem trazido um novo olhar para questões que a microeconomia clássica tem dificuldades para explicar. Muitas decisões individuais fogem do que a racionalidade econômica teimosamente tenta nos impor. Por exemplo, muitas vezes ter que decidir rápido e sem pensar muito nos faz piorar a qualidade das nossas decisões. Nem sempre uma decisão

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A utilização da Economia Comportamental nas políticas públicas vem ganhando espaço nos últimos anos, principalmente por disponibilizar uma série de novas ferramentas que permitem o alcance dos resultados almejados com menos custos ou menos efeitos colaterais do que as intervenções tradicionais do Estado. No Brasil, a disciplina vem se disseminando e já podemos encontrar algumas

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O sentido do termo competição na literatura de Microeconomia e Organização Industrial é a questão central para o entendimento da natureza dos mercados, sendo que ele se aplica tanto a mercados com muitas firmas tanto quanto com poucas. Esta centralidade da questão em Economia está longe de ser exclusiva da área, pois permeia estudos em

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Estudo busca sentido no que influencia as decisões cotidianas As disciplinas dedicadas à psicologia comportamental dentro do contexto de negócios sempre tiveram uma alta reputação acadêmica. Contudo, chega o momento em que as empresas e consultorias estratégicas também devem reconhecer essa mudança fundamental no setor; é preciso revisar sua sabedoria de mercado e renovar princípios.

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A Neuroeconomia surgiu como um esforço interdisciplinar para tentar preencher lacunas na compreensão do comportamento na tomada de decisão e vem contribuindo de forma significativa para a construção de modelos mais precisos do processo decisório. Nessa área interagem, basicamente, a Economia Comportamental, a Psicologia Cognitiva e a Neurociência Cognitiva. Uma melhor compreensão das bases neurobiológicas

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“Só quando a maré baixa é que descobrimos quem está nadando pelado” — Warren Buffett Em 2008, enquanto eu analisava padrões de “mau comportamento” em banqueiros às voltas com uma crise financeira de proporções épicas, sugeri que, no que diz respeito à regulação, os mercados financeiros poderiam beneficiar-se de uma abordagem mais baseada em comportamento:

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Conferências acadêmicas em geral seguem um padrão bem definido: pesquisadores apresentam trabalhos em sessões simultâneas e, ao final, um ou dois professores convidados apresentam em sessões plenárias com a participação de todos. O BIG Ideas Workshop, que aconteceu nos dias 18 e 19 de agosto na Harvard Business School, não foi uma conferência acadêmica padrão.

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A Economia Comportamental pode ser ajustada para causar um impacto significativo e positivo em determinados comportamentos, como os relacionados aos planos de aposentadoria. Muitos países estão enfrentando uma crise dos planos de aposentadoria. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que a porcentagem de trabalhadores que correm o risco de não terem recursos financeiros suficientes para

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